A Espinheira Santa (Maytenus ilicifolia) é uma planta medicinal nativa da região sul do Brasil. Há séculos, nossos ancestrais já conheciam seus poderes curativos e a utilizavam para tratar diversos problemas de saúde, pois ela é ótima para preparo de chás.
Vamos agora explorar essa planta incrível e descobrir por que ela é tão valorizada.
Benefícios da Espinheira Santa
1. Melhoria nos problemas estomacais
A Espinheira Santa é uma verdadeira aliada para o nosso sistema digestivo, sendo rica em taninos, como a epigalocatequina, e em polissacarídeos, como o arabinogalactano. Essas substâncias possuem uma forte ação antioxidante, anti-inflamatória e protetora gástrica. Portanto, isso significa que ela pode ajudar em problemas como:
- Úlcera gástrica: além de ajudar a diminuir a acidez estomacal, a Espinheira Santa também protege o estômago do próprio ácido que produz, aliviando assim sintomas como dor ou sensação de queimação.
- Azia: se você sofre com azia, inclua esta planta em sua farmacinha, pois suas propriedades agem como uma proteção.
- Gastrite: também contribui para o tratamento da gastrite, pois devido aos taninos presentes na planta, que são relacionados à diminuição da secreção do ácido clorídrico pelas células do estômago.
- Má digestão ou dor de estômago: suavizando esses desconfortos, ela proporciona alívio quase imediato, porque evita a secreção dos ácidos gástricos.
Em um estudo realizado em laboratório com ratos, foi demonstrado que a Espinheira Santa possui um efeito semelhante ao da cimetidina, um medicamento utilizado para reduzir a produção de ácido pelo estômago (Estudo_1).

2. Combate ao H. pylori
Além disso, essa planta possui ação antibacteriana, sendo útil no combate à infecção pela bactéria H. Pylori. Como essa bactéria pode causar lesões e úlceras no estômago, a Espinheira Santa se torna uma aliada natural nessa luta.
3. Possível Auxílio no Tratamento do Câncer
Estudos utilizando células de câncer de pulmão, mama e fígado mostraram que a Espinheira Santa pode diminuir a proliferação de células cancerosas. Isso se deve à presença do triterpenoide pristimerina. No entanto, ainda são necessárias mais pesquisas em humanos para comprovar esse benefício. (Estudo_1)
4. Melhora do Funcionamento Intestinal
Além de possuir uma leve ação laxativa, a Espinheira Santa também ajuda a tratar casos de prisão de ventre leve a moderada.
5. Ação Diurética
Além de auxiliar no tratamento da retenção de líquidos, esta planta também mantém o trato urinário limpo, o que contribui para a saúde renal.
6. Cicatrização da Pele
A Espinheira Santa, além de possuir ação analgésica, também tem propriedades cicatrizantes. Portanto, quando aplicada sobre a pele, ela pode ajudar no tratamento de problemas como eczema ou acne.

Como Tomar o Chá de Espinheira Santa?
Quer aproveitar todos esses benefícios? Então, basta preparar um chá de Espinheira Santa. Primeiramente, a dosagem recomendada é de 1 colher de chá de folhas secas para 1 xícara de água fervente. Em seguida, abafe, coe e pronto! Agora você já pode tomar e desfrutar.
Qual o melhor horário para tomar Espinheira Santa?
Recomenda-se o consumo após as refeições principais, para melhor atuação de seus benefícios para a saúde.
Quais as contraindicações da Espinheira?
Esta planta não deve ser consumida por mulheres grávidas e/ou lactantes, pois além de causar contrações uterinas, também pode diminuir o leite materno. Não é aconselhável ser ofertado para crianças.
A Espinheira Santa é uma verdadeira dádiva da natureza. Se você busca saúde e bem-estar, não deixe de experimentar essa planta incrível. E lembre-se: sempre consulte um profissional de saúde antes de iniciar qualquer tratamento com plantas medicinais. Quer experimentar os benefícios desta maravilha?
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Referência:
- Estudo_1: Medicinal plants in Brazil: Pharmacological studies, drug discovery, challenges and perspectives (https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/26812486/)
- SANTOS-OLIVEIRA, Ralph; et al. Revisão da Maytenus ilicifolia Mart. ex Reissek, Celastraceae. Contribuição ao estudo das propriedades farmacológicas. Revista Brasileira de Farmacognosia. 19. 2B; 650-659, 2009
- AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA. Formulário de Fitoterápicos – Farmacopeia Brasileira – 2ª edição. 2021. Disponível em: https://www.gov.br/anvisa/pt-br/assuntos/farmacopeia/formulario-fitoterapico/arquivos/2021-fffb2-final-c-capa2.pdf. Acesso em 12 nov 2021